12.3.16

Pottermore: Novos personagens e termos citados nos contos de Magia na América!

Ao longo dessa semana, o Pottermore postou uma série de quatro contos, escritos por J.K. Rowling, à respeito da Magia na América do Norte. Muitas informações relevantes para o filme de "Animais Fantásticos e Onde Habitam", que estréia em novembro desse ano, foram reveladas e, diante disso, reunimos os principais termos e novos personagens apresentados e convidamos vocês a relembrar um a um conosco.

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A Lei Rappaport (Rappaport's Law)

Lei criada pela presidente do MACUSA, Emília Rappaport, para impor a segregação entre as comunidades bruxa e Não-Maj. Ela impedia que bruxos se casassem ou estabelecessem qualquer relação de amizade com Não-Majs e a comunicação entre membros das duas comunidades deveria ser feita apenas em casos de extrema necessidade.


Andarilhos de pele (Skin-walkers)


Lenda indígena que dizia que bruxos malignos podiam se transformar no animal que desejassem. Essa lenda foi criada por Não-Majs, que afirmavam que os Andarilhos de pele - que, na realidade, eram animagos nativos da América - sacrificavam parentes próximos para obter seus poderes de transformação. Na verdade, a maioria dos animagos assumia formas animais para escapar de perseguições ou para caçar por suas tribos.

Dragote (Dragots)

 Moeda bruxa norte-americana.

Estatuto Internacional de Sigilo (International Statute of Secrecy)

Lei criada pela Confederação Internacional dos Bruxos, em 1689, para salvar a comunidade bruxa da Inquisição, promovida pelos trouxas, e para manter sua existência em segredo. A principal medida oriunda dessa lei surgira em 1692 e instituía que, aquele que exercesse qualquer atividade mágica que pudesse chamar a atenção da comunidade não-mágica, seria punido.

Ilvermorny

Escola de Magia e Bruxaria da América do Norte. Apesar de não termos muitas informações sobre Ilvermorny, é do nosso conhecimento que a instituição, em meados do século XVII, era apenas uma cabana rústica, que contava com dois professores e dois alunos. Anos depois, já na década de 1920, a escola fora considerada um dos maiores estabelecimentos de educação mágica do mundo e seus alunos - devido à universalização do ensino - tornaram-se mestres no uso da varinha.

MACUSA (Magical Congress of the United States of America)

Criado em 1693, o Congresso de Magia dos Estados Unidos surgira após o julgamento das bruxas de Salém e teve uma grande importância na história da magia: era primeira vez que a comunidade bruxa norte-americana juntava-se para criar leis próprias, estabelecendo efetivamente um mundo-mágico-dentro-de-um-mundo-não-mágico. 


Em 1790, O MACUSA sofreu uma humilhante repreensão por parte da Confederação Internacional dos Bruxos, quando uma das mais graves quebras do Estatuto Internacional de Sigilo ocorrera dentro da própria instituição. Ameaçado por ter sua localização revelada, o Congresso teve que mudar de endereço e a presidente Emília Rappaport criou a "Lei Rappaport", que impunha uma severa segregação entre as comunidades bruxa e Não-Maj.



Após a catástrofe ocorrida no século XVII, o MACUSA tornara-se cada vez mais intolerante, impondo punições severas a quem violasse o Estatuo Internacional do Sigilo. A instituição também era inflexível no que se referia a fenômenos mágicos europeus como fantasmas, poltergeists e criaturas fantásticas, devido ao risco de alertar aos Não-Majs sobre a existência da magia que esses seres representavam. No início do século XX, após a Rebelião dos Sasquatches, a base do MACUSA teve que ser realocada de Washington para Nova York, onde permaneceu durante os anos 20.


Não-Maj (No-Maj)


Termo utilizado na América do Norte para referir-se àqueles que não são bruxos ("Muggle", na Europa).

Purgantes (Scourers)

Grupo inescrupuloso de bruxos mercenários, de nacionalidades distintas, que formaram uma Força-tarefa temida e brutal, determinada a caçar não apenas criminosos conhecidos, mas qualquer indivíduo que pudesse render-lhes algum lucro. Tornando-se cada vez mais corruptos, os Purgantes demonstraram ter satisfação pela autoridade e pela crueldade e divertiam-se com a tortura, o derramamento de sangue e, indo ainda mais além, com o tráfico de seus colegas bruxos. Há evidências de que esse grupo de bruxos malignos condenara até mesmo Não-Majs inocentes. Logo que o MACUSA fora criado, os Purgantes - que haviam traído seus iguais - foram levados a julgamento e aqueles condenados por assassinato, tortura ou qualquer outra crueldade, foram executados por seus crimes.


Aristóteles Twelvetrees (Aristotle Twelvetrees)

Chanceler de Dragotes - equivalente a um Secretário do Tesouro Nacional - Aristóteles era um homem competente, em quem a presidente Rappaport confiava cegamente. Envolveu-se em uma catástrofe no MACUSA quando sua filha, Dorcas, quebrou o Estatuto Internacional do Sigilo.


Bartolomeu Barebone (Bartholomew Barebone)

Não-Maj, descendente de Purgantes, Bartolomeu acreditava piamente em magia e tinha convicção de que todos os bruxos eram malignos. Conheceu uma bela bruxa, Dorcas Twelvetrees, em um piquenique e não perdeu a oportunidade de conquistá-la para extrair todas as informações possíveis sobre o mundo mágico. Tendo conseguido exatamente o que queria e eufórico com a possibilidade de expor a comunidade mágica aos Não-Majs estado-unidenses, o garoto espalhara folhetos por toda a parte e exibira uma varinha roubada de Dorcas aos jornalistas. No entanto, ele se excedera ao disparar contra o que acreditou ser um grupo de bruxos do MACUSA - que eram, na realidade, Não-Majs que passavam por um local que estava sob vigilância - e fora preso pelo crime.

Dorcas Twelvetrees (Dorcus Twelvetrees) 

Filha de Aristóteles Twelvetrees, Dorcas fora uma aluna medíocre em Ilvermorny e vivia as custas do pai, ocupando-se apenas em cuidar de sua aparência. A garota fora a principal responsável pela quebra do Estatuto de Sigilo, quando, perdidamente apaixonada por Bartolomeu Barebone - um Não-Maj descendente de Purgantes - acabara revelando ao amado a localização secreta do MACUSA e de Ilvermorny, dera informações sobre a Confederação Internacional dos Bruxos e contara como essas instituições protegiam e ocultavam a comunidade bruxa. Por ter exposto o Congresso de tal maneira, muitos membros da comunidade bruxa fizeram campanhas para que Dorcas fosse condenada à prisão perpétua, mas ela ficou presa por apenas um ano. Quando libertada, a garota se deparou com uma realidade muito diferente da que conhecia e passou seus últimos anos de vida reclusa, na companhia de um espelho e de um papagaio. Mais tarde, a lembrança da catastrófica quebra de sigilo cometida por Dorcas tornou-se uma gíria do mundo mágico, de modo que ser "um dorcas" referia-se a uma pessoa incompetente ou idiota.


Madame Serafina Picquery (Madam Seraphina Picquery)

Bruxa talentosa, oriunda de Savannah. Possuía uma varinha fabricada por Violeta Beauvais e, em um raro momento de descontração, quando discutia sobre a permissão do consumo de álcool por bruxos americanos, alegara que ser um bruxo nos Estados Unidos já era situação muito complicada e portanto, a "birita" era inegociável.


Johannes Jonker

Um dos quatro fabricante de varinhas da América, Johannes fora um bruxo nascido de trouxas - cujo pai Não-Maj era um habilidoso marceneiro - que tornara-se um perfeito artesão. Incrustadas de madrepérola, suas varinhas eram as mais procuradas e facilmente reconhecíveis. Após experimentar muitos cernes, o material mágico preferido de Jonker passou a ser o pelo da pumaruna.


Shikoba Wolfe

Também fabricante, descendente da tribo Chocktaw, Shikoba ficara famoso pelas varinhas de entalhe intricado que continham penas de cauda de pássaro-trovão – uma ave mágica norte-americana aparentada da fênix. Suas varinhas eram consideradas extremamente poderosas, ainda que difíceis de dominar, e eram muito apreciadas por bruxos habilidosos na Transfiguração.


Thiago Quintana

Mais um dos quatro fabricantes, Thiago causara repercussão no mundo mágico quando suas varinhas lustrosas e alongadas começaram a entrar no mercado. Cada uma continha uma única espinha transparente do dorso do Monstro do Rio White, no Arkansas, e produzia feitiços fortes e elegantes. Os temores quanto à pesca predatória da criatura aplacaram-se quando se comprovou que apenas Quintana conhecia o segredo para atraí-los – um segredo que guardou com zelo até a morte, altura em que as varinhas com espinhas do Monstro do Rio White deixaram de ser produzidas.


Violeta Beauvais

Também artesã, oriunda de Nova Orleans, Violeta se recusara por muitos anos a divulgar o cerne secreto de suas varinhas, todas feitas da madeira do espinheiro-branco. Com o tempo, descobriu-se que continham pelo de rugaru, o perigoso monstro com cabeça de cão que perambulava pelos pântanos da Louisiana. Diziam que as varinhas de Beauvais eram tão dadas à arte das trevas quanto vampiros ao sangue. Ainda assim, muitos heróis bruxos norte-americanos daquela época entraram em batalha armados com uma varinha Beauvais, e sabia-se que a própria presidente Picquery possuía uma.

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