sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Pottermore: Quatro exemplos poderosos de amor materno em Harry Potter








Em um dos novos textos do Pottermore, o Correspondente conversa sobre os atos de amor desempenhados pelas mães da série. Leia a seguir o texto traduzido!

Quatro atos poderosos de amor materno

A série Harry Potter é sobre o bem, o mal, magia, coragem, morte e conhecimento. Mas entre Lilian Potter, Molly Weasley, Narcisa Malfoy e Augusta Longbottom, é também sobre amor materno.

Aqui estão quatro momentos importante quando uma mãe (ou avó) fez algo incrível.

1. A mentira extremamente perigosa da Narcisa Malfoy

A mãe de Draco Malfoy, Narcisa, é cruel, astuta, e devota ao Lorde das Trevas. Mas acima de tudo isso, ela é uma mãe. O que significa que ela estava disposta a colocar tudo em risco para ter certeza que seu filho estava a salvo. Quando Harry jaz no chão da floresta, tendo sobrevivido à maldição Avada Kedavra lançada pelo Voldemort pela segunda vez, Narcisa finge que Harry estava morto, para que dessa forma ela conseguisse chegar no Draco. Mentir para o maior bruxo das trevas que já viveu, em seu momento de maior raiva? Isso precisa de uma grande coragem...

"Mãos, mais leves do que imaginara, tocaram o seu rosto, ergueram uma pálpebra, se introduziram sob sua camisa e sentiram seu coração. Ele ouvia a respiração rápida da mulher, seus longos cabelos fizeram cócegas em seu rosto. Harry sabia que ela ouvia a pulsação ritmada da vida contra suas costelas.

– Draco está vivo? Está no castelo?

O sussurro era apenas audível; os lábios dela estavam a meros centímetros do seu ouvido, sua cabeça tão curvada que a cabeleira protegia seu rosto dos espectadores. 

– Está – sussurrou ele em resposta. 

Harry sentiu a mão em seu peito se contrair; suas unhas o espetaram. Então, ela retirou a mão. Sentara. 

– Está morto! – anunciou Narcisa Malfoy para os Comensais.

E agora eles gritaram, agora deram berros de triunfo e bateram com os pés no chão, e, entre as pálpebras, Harry viu clarões vermelhos e prateados subirem ao ar, comemorando.

Ainda fingindo-se de morto, ele compreendeu. Narcisa sabia que a única maneira de lhe permitirem entrar em Hogwarts e procurar o filho era participar do exército conquistador. Ela já não se importava se Voldemort venceria ou não."

Harry Potter e as Relíquias da Morte

2. O último sacrifício de Lilian Poter 

Nós não podemos falar bem sobre amor materno sem mencionar o sacrifício de Lilian Potter. A mãe de Harry morreu tentando proteger seu bebê, e fazendo isso, o protegeu do bruxo mais assustador do mundo. O que ela fez foi mais poderoso que magia das trevas, e protegeu Harry pelo resto de sua vida. Sua morte foi o maior gesto de amor altruísta. 

"— Sua mãe morreu para salvar você. Se existe uma coisa que Voldemort não consegue compreender é o amor. Ele não entende que um amor forte como o de sua mãe por você deixa uma marca própria. Não é uma cicatriz, não é um sinal visível.. Ter sido amado tão profundamente, mesmo que a pessoa que nos amou já tenha morrido, nos confere uma proteção eterna. Está entranhada em nossa pele."
Harry Potter e a Pedra Filosofal

3 Os suéteres de Natal da Sra. Weasley

Molly Weasley é a maior matriarca mágica. Ela tem suas mãos ocupadas por sete crianças, mas isso não a impede de amar Harry Potter com um filho próprio. Quando Harry acorda em sua primeira manhã de Natal em Hogwarts para encontrar um dos suéteres de Molly tricotados à mão, aos pés de sua cama, vale o mesmo que todos 39 presentes que Duda recebeu de aniversário. Um momento muito significante para o Harry, após Rua dos Alfeneiros, e um que resume a gentileza e carinho da Sra. Weasley. 

— Acho que sei quem mandou esse — disse Rony, ficando um pouco vermelho e apontando para um embrulho disforme. — Mamãe. Eu disse a ela que você não estava esperando receber presentes... Ah, não... — gemeu —, ela fez para você um suéter Weasley. 

Harry rasgou o papel e encontrou um suéter tricotado com linha grossa verde-clara e uma grande caixa de barras de chocolate feito em casa. 

— Todos os anos ela faz para nós um suéter — disse Rony, desembrulhando a dele —, e o meu é sempre cor de tijolo. 

Harry Potter e a Pedra Filosofal



4. A proteção de avó de Augusta Longbottom

Neville Longbottom é de certa forma um herói surpreendente. Claro, ele costumava ser tão desajeitado quanto um Bicho Papão enfeitiçado sobre patins, mas ele se desenvolveu para se tornar um verdadeiro grifinório - e por isso, ele provavelmente pode agradecer à sua avó. Como Harry, Neville cresceu sem pais. Então Augusta, que sempre soube exatamente como manter ele longe de problemas, o criou. E ela o educou belamente. 

Entre paredes que estremeciam, ele levou os amigos de volta à entrada oculta e desceu a escada para a Sala Precisa. Estava vazia, exceto por três mulheres: Gina, Tonks e uma velha bruxa com um chapéu roído de traças, em quem Harry reconheceu imediatamente a avó de Neville. 

– Ah, Potter – disse ela, sem hesitação, como se estivesse à sua espera. – Você pode nos pôr a par do que está acontecendo. 

– Estão todos o.k.? – perguntaram Gina e Tonks ao mesmo tempo. 

– Até onde sabemos. Ainda tem gente indo para o Cabeça de Javali? Ele sabia que a sala não poderia se transformar se ainda houvesse gente na passagem. 

– Fui a última a atravessá-la – respondeu a sra. Longbottom. – Lacrei-a, acho insensato mantê-la aberta agora que Aberforth deixou o bar. Você viu meu neto? 

– Está lutando – informou Harry. 

– Certamente – disse a velha senhora, orgulhosa. – Com licença, preciso ir ajudá-lo. Com surpreendente rapidez, ela se dirigiu à escada de pedra.  

Harry Potter e as Relíquias da Morte

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