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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Divulgadas páginas da edição ilustrada de Prisioneiro de Azkaban

7/17/2017
Recentemente o fã-site Snitch Seeker lançou uma previa das páginas, que vão estar futuramente na edição ilustrada de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Os capítulos: O Nôitibus Andante, A Firebolt e A predição da Professora Trelawney, ilustrados por Jim Kay podem ser encontrados abaixo: 





A edição em inglês tem lançamento previsto para 3 de outubro.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Edição oficial e atualizada de Cursed Child será lançada este mês

7/14/2017
Em uma entrevista exclusiva com Jack Thorne e John Tiffany, roteirista e diretor de Harry Potter and The Cursed Child, respectivamente, o Pottermore liberou algumas informações acerca da edição oficial do roteiro.  Intitulada "The Official Playscript of the Original West End Production of Harry Potter and the Cursed Child", a edição final e atualizada da peça será lançada ainda este mês, no dia 25. Esta inclui o diálogo final – que sofreu algumas poucas alterações desde as primeiras apresentações – além de uma linha do tempo contendo os principais eventos bruxos pelo mundo, e uma árvore genealógica da Família Potter.

Leia abaixo alguns trechos traduzidos da entrevista:

“Como um diretor, a primeira vez que você lê um novo roteiro é muito preciosa”, disse John Tiffany. “É o mais perto que você vai chegar de ser como o público assistindo à produção deste roteiro pela primeira vez. Ler um roteiro finalizado nos permite acesso à história, seus personagens e os temas que a peça explora. Um roteiro pode nos fazer rir e chorar. Te leva pela alegria do enredo, como também nos faz sentir em um desespero profundo pelo sofrimento dos personagens.”

“(...) Eu apenas espero que os fãs estejam tão dispostos a ler quanto eu estava ao escrevê-la. Com Jo em um ombro e John no outro, dando o meu melhor para expressar em cada linha a verdade e honestidade emocionante que existe nos livros de Harry Potter”, disse Jack. “Um dia antes da peça estrear, eu escrevi um tweet que dizia: ‘eu adoraria que as pessoas assistissem à peça, ela é melhor vista do que lida. Peças são como partituras de música, feitas para serem cantadas, e nós temos um elenco de pura Beyoncé.’”

A entrevista completa com Jack Thorne e John Tiffany estará disposta no “The Official Playscript of the Original West End Production of Harry Potter and the Cursed Child”.

Harry Potter and The Cursed Child estreou em julho do ano passado no Palace Theatre, em Londres, e desde então, vem conquistando diversos prêmios, em um total de 22. A peça terá sua estreia na Broadway em abril de 2018.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

sábado, 8 de julho de 2017

No Caldeirão da Nikki: docinhos de mandrágoras

7/08/2017


A receita de hoje dá até pena de comer, porque fica tão fofinha que poderia fazer parte da coleção potterhead! Tenho certeza de que vocês irão adorar. Então vamos para a estufa, digo, cozinha.

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Oi, genteeee!!!
Hoje eu venho com uma receita super especial pra vocês!
Quando eu era criança, adorava brincar na cozinha com a vó Molly. Um dia, minha irmã Vicky chegou da escola contando que tinha começado a estudar Mandrágoras. Eu achei a plantinha muito esquisita e engraçada, mas ainda faltava um tempo pra eu entrar em Hogwarts, então a vó e eu resolvemos inventar nossa própria Mandrágora. Foi super divertido e tenho memórias incríveis desse dia! Agora vou ensinar vocês a fazer, é super simples!

Do que precisa:

- Uma lata/caixa de leite condensado;
- Seis colheres de sopa de leite em pó;
- Uma colher de sopa de manteiga/ margarina;
- Alguns biscoitos de chocolate (eu usei 6 recheados);
- Uma colher de sobremesa de chocolate/achocolatado em pó;
- Algumas folhas de hortelã (usei 4);
- Alguns cravos (usei 4 também);
- Uma panela;
- Uma espátula/ colher de pau;
- Tábua e martelo de carne;
- Um pote médio ou dois pequenos.

Como faz:

Comecem colocando o leite condensado e a margarina na panela para aquecer. Mexam até a margarina derreter totalmente e adicionem 4 colheres de leite em pó.

IMPORTANTE!
Adicionem bem aos poucos (fui colocando meia colher de cada vez) e não parem de mexer para não empelotar (formar bolinhas de leite em pó).

Se vocês forem adicionando bem aos poucos e esperando cada colherada de leite dissolver antes de colocar o resto, quando acabarem provavelmente já estará no ponto. Lembrem-se: o brigadeiro precisa soltar do fundo. Mas, para essa receita, assim como para a de Caldeirões de chocolate, eu recomendo que vocês continuem cozinhando por mais uns 2 minutos depois de atingir o ponto, pra ficar mais duro.

Coloquem a maior parte desse brigadeiro de leite dentro do pote ou dos potes, se esse for seu caso. Deixem mais ou menos 1/4 dele ainda dentro da panela (deixei aproximadamente 3 colheres de sopa). 

Coloquem a panela na geladeira por mais ou menos 20 minutos, para que essa sobra do brigadeiro esfrie e endureça mais rápido.

Enquanto isso, usem a tábua e o martelo para triturar o biscoito. Se o de vocês também for recheado, separem os lados e tirem o recheio antes de triturar. E, por favor, não batam com o martelo no biscoito! Vai voar pra todos os lados! Apenas façam pressão para ele quebrar. Quanto mais triturado e irregular o biscoito ficar, melhor. Agora espalhem esse pó de biscoito no pote, por cima do brigadeiro.

Em um prato ou outra superfície qualquer, coloquem o restante do leite em pó (duas colheres), uma porção afastada da outra. Misturem uma dessas porções com o achocolatado em pó.
Agora o brigadeiro provavelmente já esfriou e endureceu e vocês podem enrolar. Façam duas bolas maiores do que um brigadeiro comum de festa, cada uma com a metade do que sobrou e passem elas pelo leite em pó até cobrir tudo. Depois passem de leve pelo leite com chocolate, para "sujar" de marrom.

Agora soltem o artista de dentro e vocês!!! Com uma faca ou colher, façam furos para os olhos e um risco para a boca, que pode ser reta ou para baixo, mas não façam um sorriso. Depois, nos furos dos olhos, encaixem os cravos. 


Aí é só vocês colocarem duas ou três folhinhas de hortelã (lavadas e secas) no topo de cada cabeça e posicionarem nos seus vasos cheios de terra-biscoito! 

                                           

Na hora de comer, eu recomendo tirar os cravos, mas deixem as folhinhas, que dão um sabor muito bom! E não se esqueçam dos protetores de ouvido! ;)

Bom apetite!
Beijinhos da Nikki


Entrevista com Barbara Marcus, editora da Scholastic

7/08/2017


Barbara Marcus foi a presidente da Scholastic, editora de Harry Potter nos Estados Unidos, e atualmente é editora e presidente da Random House Children's Books. Celebrando os vinte anos do lançamento de Pedra Filosofal, o Underlined entrevistou-a para descobrir um pouquinho de sua experiência com o nosso herói. Confira, a seguir, a tradução do OPD.
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Underlined. Como você obteve o primeiro livro de Harry Potter? Qual foi sua reação lendo o manuscrito?

Barbara Marcus. O agente de Jo Rowling enviou o manuscrito a diversas editoras, e Arthur Levine o recebeu na Scholastic. Ele sabia que haveria um leilão, então me deu o manuscrito para que eu lesse. Eu não tinha tempo para lê-lo de imediato, então o dei para Lucy, minha filha, que agora tem trinta anos. Ela sempre foi uma grande leitora, então ela leu o livro e me disse: "Mãe, isso é melhor que Roald Dahl!" Quando eu o li, soube que era especial. Tinha a sensação que a história se tornaria um clássico moderno.



U. O que aconteceu no leilão?

BM. O leilão ficou entre duas editoras, e o preço chegou aos seis dígitos, o que era considerado um valor alto para um autor novato. Arthur foi ao meu escritório e eu o disse que achava que o livro tinha potencial para vender bem para sempre. Eu disse: "Se você o ama, compre-o". Nós demos mais um lance. E conseguimos.



U. Isso aconteceu já faz vinte anos e Harry Potter continua sendo um fenômeno. O que você acha que fez a história um sucesso tão grande?

BM. Jo Rowling é um gênio. Eu acho que a história é um sucesso porque é sobre crianças normais em um mundo extraordinário. Tem um sentimento de "eu consigo me identificar com isso independente de quem eu seja". Em sua essência é disso que contam os livros - você poderia ser Harry Potter, eu poderia, qualquer um poderia ser Harry Potter.


U. Quando você saiu da Scholastic? E foi difícil deixar Harry Potter?

BM. Eu adquiri todos os livros, mas saí antes do último ser publicado. Eu senti meio como se eu tivesse feito meu trabalho. Naquela época, eles tinham começado a produzir os filmes e Harry Potter tinha se tornado uma franquia enorme. No começo, só o que importava era a quantidade de amor que os livros davam aos leitores e livreiros. Importavam as escolhas que faziamos com Jo, e quão criativos podíamos ficar. Por causa do mundo mágico, podíamos criar várias açoes de marketing divertidíssimas! Por volta do quarto livro, quando Harry Potter realmente se tornou um fenômeno, era comoo se aquilo tudo fosse maior que a Scholastic - aquilo pertenia aos leitores. No dia que o último livro lançou, foi difícil não estar liderando a Scholastic, mas eu saí de lá sabendo que os livro tinham ficado em boas mãos.


U. Qual dos livros é o seu favorito?

BM. Acho que o mais triste, mas o mais mágico é o Cálice de Fogo, mas realmente não consigo ter um favorito, porque cada um deles tem uma certa magia envolvida. Meu filho mais novo, que agora tem vinte e três anos, relê os livros todo verão, e a gente sempre conversa sobre eles. Eu costumava saber cada parte de cada livro, então é uma ótima forma de relembrar, meio que voltando para uma era de ouro - podendo falar sobre Hogsmead, os personagens espetaculares, e todas as partes incríveis da série.


U. Você tem algum personagem favorito?

BM. Não! Eu diria que você tem que amar Hermione. Vocẽ tem que amar Dobby. Você tem que amar Hagrid. Tem tantos deles quando você para pra pensar!


U. Você tem alguma memória favorita da época em que você trabalhava com a série?

BM. O que eu mais admiro na Jo é a sua lealdade com os leitores. Eu lembro do seu primeiro tour como autora, ela tinha acabado de ser publicada nos Estados Unidos e descoberto que os direitos para a produção de filmes e colecionáveis tinham sido comprados. Ela estava nervosa, porque a empresa deveria dar prioridade para que os livros fossem publicados. Ela queria que as crianças fossem capazes de imaginar como o mundo era e como eram os personagens, e não os queria como brinquedos.
Ela demorou bastante para fazr os filmes porque queria que os livros fossem publicados primeiro. Agora os livros e filmes são muito interligados, mas, a princípio, ela realmente queria que os leitores criassem o mundo por si só.


U. Enquanto cresciam em popularidade, como vocês consegiam manter a série em torno dos livros e dos leitores?

BM. Em torno do quarto livro, Jo não queria que nenhum crítico recebesse o livro com antecedência. Ela queria que todos o conseguissem simultaneamente. Enquanto editora, gastamos um bom tempo tentando ter certeza que ninguém receberia o livro antes do lançamento. Uma vez, um trem com um carregamento de livros ficou preso durante a noite. Um grupo de crianças invadiu e pegou algumas cópias, que planejavam distribuir na escola, no dia seguinte A direção da escola os convenceu a nos devolver os livros. Eu poderia contar várias histórias como essa - sobre como não queríamos que os leitores fossem influenciados pelas críticas ou pela mídia, mas que experimentasem a próxima história de Harry Potter a lendo.
É aqui que entram as festas à meia noite - elas aconteciam de forma natural nas livrarias indies. Eu lembro de estar indo para a American Library AssociationNT, em Chicago, quando o terceiro livro foi lançado. Parei na Anderson's Bookshop, em Nashville, Illinois, onde eles estavam fazendo uma festa à meia noite, e era tão mágico. Foram os indies que realmente abraçaram a magia dos livros.
Entre o quinto e o sexto livro, eu e minha família alugamos um carro para a noite e dirigimos por Nova Iorque, indo em vários lugares onde estavam cantecendo eventos à meia noite. Foi maravilhoso. As pessoas tinham momentos muito bons.


U. O que mais você gostaria de ressaltar sobre o seu trabalho na agora clássica série?

BM. O que é único quando se publica esses livros é que a gente realmente se importava em como os livros iam parecer. Naquele tempo, livros infanto-juvenis não tinham capas com detalhes trabalhados em dourado e estampas em auto-relevo, e não tinham ilustrações na abertura do capítulo, o que são coisas que agora nós garantimos. Capas duras para livros infanto juvenis não vendiam como vendem agora. Nós só assumimos que esses livors seriam importantes para sempre, então deveriam ser tratados como um livro para adultos. Nós tivemos o cuidado de fazer com que o livro físico fosse especial também, porque acreditávamos nisso.

NT - Associação de Biblotecas dos Estados Unidos, em tradução livre


Tradução: Henrique Scheffer.

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