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Detenções Vorazes



Estava pensando em detenções adequadas para alunos extremamente irritantes, como o Potter e a senhorita Granger, e de repente me veio à cabeça que eu poderia cortar a língua deles. É uma pena que uma saga trouxa já tenha tido essa ideia e denominado os portadores de tal detenção como Avox. Também pensei em usar uma pena de sangue, mas seria muito mainstream e nada inédito. Em seguida eu pensei em dar uma lição naquele sapo verruguento e irritante do Longbottom.

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Então me dei conta que eu poderia usar de uma antiga arte da feitiçaria cigana: pôr o nome de todos vocês na boca do sapo e amarrá-la. Contudo eu temo para que o sapo morra antes do azar de vocês, insolentes, chegar. Confesso que não seria uma má ideia que o sapo morresse, estou precisando de algumas pernas de anuro pro meu estoque de ingredientes.

Pensando bem, eu precisava de rabo e pelos de rato, mas é uma pena que aquele rato nojento e sujo do senhor Rony Weasley fosse o Rabicho. Não que eu gostasse do Rabicho, já que ele é inconveniente nas horas vagas e não vagas. Mas se o Lorde das Trevas teima que ele foi crucial para seu retorno e que sua vida deve ser polpada, então que assim seja.

Talvez eu pudesse usar um tanque com cetáceos, como naquele parque aquático trouxa. É só jogar os alunos la dentro e atordoar os animais - os alunos não, os cetáceos - e esperar pela magia acontecer. Eu me regozijaria em ver aqueles bichos puxando os alunos pela perna até o fundo e depois soltarem pra fazer tudo de novo. É realmente uma pena que essas práticas tenham sido banidas há muito tempo.

E depois reclamam que eu só tiro pontos da Grifinória, mas se os alunos da Grifinória fossem pendurados pelos pés nas masmorras ele com certeza iriam preferir perder pontos.Ainda bem que eu não tenho esse problema com a Sonserina. No máximo é um pouco de poção que respinga no chão, mas eu peço pros elfos limparem depois.

Enquanto isso os alunos das outras casas fazem questão de espalhar poção até nos cabelos se pudessem. Esses eu faço limpar cada resquício de solução, e o que é ainda melhor: sem o auxílio de magia. Não sou obrigado a aguentar tanta arrogância e porquice reunidas numa só sala.

Mesquinhos, despreparados, preguiçosos, como eles quererm aprender desse jeito? Aí chegam no sétimo ano me cobrando (indiretamente) o que foi dito no primeiro sobre engarrafar a fama, cozinhar a glória e a zumbificar. Desse jeito sou eu que vou morrer se eles insistirem mais um pouco.

Mas vejam só o horário, e estou ouvindo ruídos nos corredores. Se eu ver que tem um aluno fora da cama este irá sofrer graves consequências. Passar bem.