domingo, 14 de dezembro de 2014

No terceiro dia de surpresas no Pottermore descobrimos mais sobre caldeirões e poções!


Neste terceiro dia de surpresas no Pottermore, que vão até o Natal, o site liberou um capítulo chamado "Felix Felicis", na sala do Professor Slughorn. Para entrar no local precisava responder outro enigma rimado: "Suas aulas de poções estão cheias de coisas interessantes, com estudantes entusiasmados para ver o que surge a cada dia, com seu grande bigode e forma rechonchuda, quem ensina essa matéria depois do professor Snape?" e a resposta é o "Professor Slughorn".

Aparentemente sem nenhuma outra novidade além dos textos, dessa vez foram liberadas novidades sobre os caldeirões e sobre as poções. Clique em "mais informações" para ler, traduzido, os dois assuntos.

Caldeirões

Caldeirões já foram usados por trouxas e bruxas da mesma forma, já que são grandes panelas de metal que podem ser suspensas sobre o fogo. Com o tempo, pessoas mágicas e não-mágicas trocaram para fogões da mesma forma. Caçarolas se tornaram mais convenientes e caldeirões passaram a ser usados somente por bruxos, que continuaram a criar poções neles. Uma chama “nua” é essencial para fazer poções, o que torna o caldeirão a panela mais prática de todas.

Todos caldeirões são encantados para serem mais leves para carregar, já que são mais comumente feitos de peltre (liga de cobre, chumbo e estanho) ou ferro. Invenções modernas incluem o caldeirão que se mistura sozinho e uma variedade de caldeirões dobráveis, além dos feitos a partir de metais preciosos, que estão disponíveis para os especialistas ou para os que querem se exibir.

Comentários da J.K Rowling sobre caldeirões:

Caldeirões tiveram uma associação à magia por séculos. Eles aparecem em imagens centenárias de bruxas, e também é onde se acha que os leprechauns mantém o seu tesouro. Muitos folclores e contos de fada mencionam caldeirões com poderes especiais, mas em Harry Potter eles são uma ferramenta bem mundana. Eu considerei fazer a Helga Lufa-lufa ter como relíquia um caldeirão, mas tinha algo ligeiramente cômico e inconsistente em ter uma Horcrux tão grande e pesada. Eu queria que os objetos que Harry encontrasse fossem mais pequenos e portáteis. De qualquer forma, um caldeirão aparece tanto nas quatro joias míticas da Irlanda (seu poder mágico era que ninguém nunca ia embora sem estar satisfeito) e na lenda dos treze tesouros da Grã-Bretanha (o caldeirão do gigante Dyrnwch cozinharia carne para um homem corajoso, mas não para covardes).

Poções

É frequentemente perguntado se um trouxa poderia criar uma poção mágica com um livro de Poções e os ingredientes certos. A resposta, infelizmente, é não. Sempre existe algum elemento que precisa usar a varinha para fazer a poção (meramente adicionar moscas mortas e asfódelo em uma panela sobre o fogo não vai lhe dar nada além de uma sopa com sabor desagradável, sem mencionar venenosa).

Algumas poções duplicam os efeitos de feitiços e encantamentos, mas algumas (por exemplo, a Poção Polissuco e a Felix Felicis) tem efeitos impossíveis de serem obtidos de outra forma além da poção. No geral, bruxas e bruxos preferem o método que eles acham mais fácil, ou que os mais satisfaz para produzir o que eles desejam.

Poções não são para os apressados, mas seus efeitos são geralmente difíceis de se desfazer por qualquer um que não seja outro mestre de poções habilidoso. Esse ramo da magia possui um certo misticismo e portanto, status. Há também um prestígio sombrio em lidar com substâncias altamente perigosas. A ideia popular de um expert em poções dentro da comunidade bruxa é de uma pessoa pensativa, com uma personalidade de pavio longo: Snape, de fato, segue perfeitamente o estereótipo.

Comentários da J.K Rowling sobre poções:

Química era minha matéria menos preferida na escola, e eu desisti dela assim que pude. Naturalmente, quando eu estava tentando decidir que matéria o arqui-inimigo do Harry, Severo Snape, deveria ensinar, teria que ser um equivalente bruxo. Isso faz mais estranho eu ter achando a introdução do Snape para sua matéria bem persuasiva (“posso ensinar-lhes a engarrafar a fama, a cozinhar a glória, até zumbificar...”), aparentemente parte de mim achou poções tão interessante quanto Snape achava. E, de fato, eu sempre gostei de criar poções nos livros e de pesquisar ingredientes para elas. Muitos dos componentes dos vários rascunhos e libações que Harry cria para o Snape existem (ou já acreditaram que existia) e têm (ou achava-se que tinham) as propriedades que eu dei a elas. Ditamno, por exemplo, realmente tem propriedades curativas (é um anti-inflamatório, mas mesmo assim eu não recomendaria destrinchar para testar); um bezoar realmente é um pedaço retirado do intestino de um animal, e realmente já acreditaram que beber água na qual o bezoar estava poderia lhe curar de envenenamento.

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